domingo, 12 de fevereiro de 2012

Feliz Aniversário, Christina Ricci

Hoje uma das mais belas, charmosas e deliciosas atrizes do mundo, a adorável Christina Ricci, completa mais um ano. Toda a felicidade do mundo para ela e que viva muito para que continuemos curtindo sua beleza e seu talento.




domingo, 5 de fevereiro de 2012

A Filha do Maestro

Gosto bastante das músicas do maestro de jazz Quincy Jones, que apesar de ter se envolvido na década de 80 com música comercial, sempre teve preocupação com a qualidade de suas canções. Ele ainda teve a gentileza de apadrinhar uma das bandas favoritas minhas, a britânica New Order, para ser divulgada nos EUA.


Mas agora vamos mostrar outra faceta de Quincy Jones: o de paizão de beldade. Depois de lançar muitas obras legais que fizeram muitos dançar, ela mostra agora sua mais nova criação: Rashida Jones, sua filha, atriz que começa a se destacar no showbiz e que encanta a todos com sua surpreendente beleza ao mesmo tempo simples e extrema.



Parabéns ao papai Quincy por ter nos dado essa beldade. Ele não deve dormir sossegado com seus fãs convertidos a genros em potencial.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

A simplicidade e maturidade de Michelle Williams

ESPREMENDO A LARANJA: Michelle Williams é no mínimo apaixonante. Não pela sua beleza que apesar de ser evidente e farta, não é surpreendente; mas pela sua personalidade e capacidade de lidar com fatos tristes em sua vida.

Uma mulher que dá o prazer de conviver e com certeza tem muitas lições a ensinar a qualquer um que tenha o privilégio de sua convivência.

Michelle Williams conquista a todos pela sua simpatia, inteligência, simplicidade e maturidade. Ela é muito mais que um rostinho lindo.

Michelle Williams vira gente grande na pele de Marilyn Monroe

MARCELO BERNARDES - DE NOVA YORK - FOLHA DE SÃO PAULO

Apesar de todos os prêmios --incluindo um Globo de Ouro e uma indicação para o Oscar-- que recebeu por sua interpretação de Marilyn Monroe, o maior símbolo sexual já produzido por Hollywood, Michelle Williams ainda não está satisfeita. "Em sua opinião, quais os pontos fracos em minha interpretação?", indaga a atriz, de 31 anos, quando me sento para entrevistá-la. Ela está acomodada em cima do braço de uma poltrona aveludada em uma suíte do hotel Waldorf-Astoria.

Difícil apontar. Do andar com passos curtos que acentuam o movimento do quadril, passando pela risada acanhada e pela fragilidade do olhar, até a voz infantil e sussurrante que fez Norman Mailer a descrever como "doce anjo do sexo" na biografia de 1973, Michelle tentou capturar com precisão, no filme "Sete Dias com Marilyn", todas as nuances da atriz, morta em 1962.

"Tinha uma foto dela colada na parede do meu quarto. Mas nunca foi uma influência em meu trabalho e não sabia quase nada dos filmes dela em minha adolescência", diz a intérprete. "Minhas primeiras impressões vieram de menções em biografias de galãs como James Dean, Montgomery Clift e Marlon Brando, que eu devorava quando era menina."

Dirigido pelo cineasta inglês Simon Curtis, o filme conta a história da passagem do ícone americano por Londres em 1956. Ela viveu por quatro meses (entre idas e vindas com seu terceiro marido, o dramaturgo Arthur Miller) numa casa de campo, nos arredores de Londres, quando foi escalada para protagonizar e ser dirigida por Laurence Olivier (1907-1989), interpretado por Kenneth Branagh, no filme "O Príncipe Encantado" (1957).

A versão teatral da história do monarca de um país fictício que se apaixona por uma atriz de cabaré americana havia sido protagonizada pela mulher de Olivier, a atriz Vivien Leigh, a Scarlett O'Hara de "...E o Vento Levou" (1939). Mas, por pressão do estúdio por conta da idade da atriz, então com 43 anos, Vivien (interpretada por Julia Ormond) cedeu gentilmente o papel para Marilyn, que tentava deixar para trás a imagem de loira sexy sem nada na cabeça.

O longa mostra a chegada de Marilyn ao set inglês. Fragilizada, insegura e dependente de barbitúricos, vem acompanhada de sua professora de interpretação, Paula Strasberg (1911-1966), adepta do método Stanislavski. Logo entra em conflito com o jeito seguro e disciplinado do ator inglês.

A história é contada sob o ponto de vista de um jovem assistente do set, Colin Clark (o ator Eddie Radmayne), que tinha 23 anos quando se tornou confidente e viveu um breve romance com Marilyn. Em 2000, quando já tinha se tornado diretor de documentários, Clark escreveu o livro de memórias que virou base para o filme de agora.

Para encarnar Marilyn, Michelle dedicou seis meses à preparação. Começou de maneira gradual. Primeiro, imitava os gestos da loira na frente do espelho. Depois, leu biografias, cartas, poemas escritos por Marilyn, ouviu os discos dela e fuçou no YouTube à procura de clipes obscuros da atriz.

PESO EXTRA

Mais confiante, saía para passear pelas ruas do Brooklyn, onde mora com Matilda, sua filha de seis anos, fruto do relacionamento com o ator australiano Heath Ledger (1979-2008), como se fosse Marilyn Monroe. Testava a voz e os gestos da personagem em atividades mundanas, como idas ao correio ou ao mercado onde compra leite.

Michelle, naturalmente delicada, também decidiu ampliar sua anatomia deixando de contar as calorias consumidas. "O peso extra foi direto para o rosto", revela. "Fiquei inchada."

Desistiu do método. Fez dieta, voltou à sua forma natural e preferiu usar enchimentos nos peitos e no quadril para o filme. E precisou aprender a cantar. Aparece no palco já no começo do filme. "Tive que controlar meus nervos nas cenas musicais", confessa. "Mas a crise logo cedeu lugar a uma tremenda explosão de prazer: me senti como uma garotinha que, pela primeira vez, vê seus sonhos serem realizados."

A morte de Marilyn Monroe, causada por overdose acidental, aos 36 anos, tem uma ressonância cruel para Michelle. Em 2008, seu ex Heath Ledger, então com 28 anos, morreu na cama de um apartamento que alugava no bairro do SoHo, em Nova York, vítima de uma overdose. "Achei que estava ficando louca", disse Michelle em entrevista à revista "GQ". "Era muito para mim. Lidar com o que tinha acontecido e com o que estava acontecendo na minha porta. Me senti presa. E não era só eu --tinha outra pessoa (a filha Matilda) que eu precisava proteger."

A carreira de Michelle teve seu primeiro grande momento no seriado de televisão "Dawson's Creek" (1998-2003), ao lado de Katie Holmes, James Van Der Beek e Joshua Jackson. Mas a loirinha era a mais ambiciosa dos quatro e, assim que a série foi tirada do ar, tentou emplacar papéis mais importantes em filmes independentes.

A chance aconteceu no ano seguinte, quando foi escalada para o longa "O Segredo de Brokeback Mountain" (2005), em que conheceu Heath Ledger e pelo qual foi indicada ao Oscar pela primeira vez, aos 25 anos.

A segunda indicação aconteceu no ano passado, pelo filme "Namorados Para Sempre", com Ryan Gosling, que conta a história da desintegração de um casamento. O tema também parece encostar na vida pessoal de Michelle, sobre a qual ela quase não fala.

Depois da morte do ex-marido, Michelle namorou o diretor Spike Jonze, dos filmes "Quero Ser John Malkovich" (1999) e "Onde Vivem os Monstros" (2009). Mas o romance durou pouco.

No ano passado, se envolveu com outro cineasta independente, Cary Fukunaga, de "Sin Nombre" (2009) e "Jane Eyre" (2011).

Agora está solteira e vai às festas e premiações com a melhor amiga, a atriz Busy Phillips (ex-"Dawson's Creek", atualmente em "Cougar Town"). Michelle chegou a agradecê-la durante seu discurso na entrega do Globo de Ouro.

Mas sua companhia mais constante é a filha. "Fico muito feliz de levá-la à escola, cozinhar para ela, brincarmos com o cachorro."

Atualmente, as duas estão no set em Detroit, onde ela estrela, ao lado da inglesa Rachel Weisz, o filme "Oz: The Great and Powerful" (estréia prevista para 2013), uma sequência de "O Mágico de Oz", dirigida por Sam Raimi.

E conta que só aceitou o papel de Glinda, a bruxa boa, para fazer uma graça para a filha. "Matilda acha que eu consigo voar agora", conta. Marilyn ficaria com inveja.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Alice Gracinha

 

 

Estava assistindo à comédia Sexdrive e numa cena apareceu uma camponesa gracinha que me chamou a atenção. Me fixei naquela morena de comportamento meigo e sorriso comovente.

A atriz se chama Alice Greczyn (leia-se "gressin") e atualmente atua num seriado chamado The Lying Games (canal ABC, o mesmo que produz Greek e Pretty Little Liars), já começando a ter um destaque. Greczyn também tem uma voz meiga e é muito simpática.

Como eu estou derretido por esta maravilhosa morena, que lembra uma Audrey Hepburn mais tropicalizada, ela será figurinha fácil por aqui. Como estou fascinado por Alice Greczyn!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A volta da deusa máxima

A queridíssima Natalie Portman fez a sua primeira aparição pública após o nascimento de Aleph, seu primeiro filho. E nota-se que ele voltou ainda mais bela e gostosa, para a alegria de fãs, como eu. 




quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A gracinha da Jennifer Stone

Aqui vemos a bela Jennifer Stone, de Wizards of Waverly Place, mostrando toda a sua meiguice. É uma musa que merece a nossa atenção, por ser ela uma verdadeira gracinha.

Breakfast at Tiffany's

Jenenifer Love Hewitt, que interpretou Audrey Hepburn (hummm...), para mim a mulher mais linda de todos os tempos, em um telefilme, esteve em um evento patrocinado pela mesma Tiffany & Company do famoso filme com a saudosa estrela belga. E claro, Jenny esteve maravilhosa nele. Afinal, ela é a Audrey, tão linda quanto!



terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Fernanda Vasconcellos é a princesa do Princesa

 
 
 

A belíssima protagonista da novela das seis já foi garota propaganda de uma rede de supermercados do estado do Rio de janeiro. Aqui estão fotos da campanha, escaneadas por mim e até agora inéditas na internet.


domingo, 8 de janeiro de 2012

Lucy Ramos para alegrar o domingo

Escaneei fotos da belíssima atriz Lucy Ramos que não existiam na internet. A maravilhosa atriz de traços surpreendentemente sedutores, de voz linda, simpática e bastante talentosa como atriz, realmente é uma das mulheres mais lindas do Brasil e sempre merece um espacinho aqui neste blog. Ela alegra qualquer domingo. E outros dias também.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Michelle Trachtenberg, toda vermelhinha...

Ainda bem que os produtores de Gossip Girl tiveram a excelente ideia de chamar essa deusa. Sempre é prazeroso ver a belíssima gata mostrando toda a sua perfeição.



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Ariel Rebel, a pornstar mais linda e mais graciosa do mundo

Sexo não é baixaria. Faz parte da natureza e pode até servir como tempero do afeto. Baixaria é o que fazem com o sexo, aliando a vulgaridade e a busca desenfreada pelo falso prazer.

Num mundo de musas vulgares que encontramos pela mídia, inclusive não-erótica, é curioso notar, que na contramão tem aparecido musas assumidamente sensuais que fogem de qualquer vulgaridade, levando o erotismo saudável a um caminho mais delicado.

 

Isso se chama softcore, uma forma suave que devolve a graciosidade que existia no erotismo mais antigo de séculos mais antigos. E uma das principais musas é uma deusa que sou praticamente fascinado: a canadense Ariel Rebel. A pornstar mais linda e mais graciosa do mundo.

Esse não é o nome verdadeiro dela, que é um desconhecido segredo muito bem guardado. Há muita gente perguntando qual é o verdadeiro nome dela, que ela não revela nem sob ameaça. É mais fácil saber a fórmula da Coca-Cola e o que o governo pensa sobre os extraterrestres do que saber o nome dessa eterna ninfeta de beleza perfeita que para mim é uma das mulheres mais lindas do mundo.

 

Ariel faz um erotismo bem suave, não vulgar e tem preferência por sessões de lesbianismo. Ela também tem um blogue, escrito por ela mesma, onde demonstra um surpreendente interesse cultural, além de claro, mostrar "amostras grátis" de suas sessões.

Ela é uma das mulheres mais perfeitas do mundo, com um equilíbrio de medidas em suas formas (zero de silicone!), algo raro de ser ver em muitas mulheres, sem excessos ou faltas. Além da extrema beleza facial de traços bem suaves e clássicos, que remonta às grandes musas do final da década de 50, chegando a se perecer em alguns momentos como se fosse uma irmã não-gêmea de Audrey Hepburn.

Ariel é uma musa que mostra que nem sempre erotismo é vulgaridade e até que ponto a beleza feminina pode chegar, pois ela é uma das deusas mais impressionantes que eu já vi em minha vida. Da ponta dos pés às pontas dos fios de cabelo.

Mais fotos - com ela vestida, pois não publicamos fotos de nudismo - dela serão postadas aqui. Essa deusa da formosura sempre será bem vinda neste blogue.

Rachel Bilson chega aos 40 anos

A belíssima e charmosa Rachel Bilson chega hoje aos 40 anos cada vez mais linda. E nada melhor que celebrar mostrando um momento com a deus...